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Radix prepara programação especial para debater questões ligadas ao papel da mulher na sociedade

Lives aconteceram na empresa em março

Woman

No mês da mulher, a Radix preparou uma programação interna especial para dar voz e visibilidade a pautas importantes relacionadas à equidade de gênero, ao empoderamento feminino e à luta das mulheres. Em todos os debates a participação dos colaboradores da empresa foi expressiva e a Radix fez sorteios de livros sobre o papel da mulher na sociedade.

No dia 8 de março, comemorado o Dia Internacional da Mulher, as radixianas Barbara Oliveira e Priscila Gameiro lideraram uma roda de conversa sobre “Sucesso das mulheres nas atividades comerciais”. Barbara é formada em engenharia química e começou a trabalhar na Radix em 2012, na área comercial, com a missão de desenvolver os negócios da empresa no Sul do país. Foi responsável pela abertura do escritório em Curitiba e, agora, tendo como base o escritório de São Paulo, é responsável pelos negócios no setor de papel e celulose, atuando como gerente de negócios.

Já Priscila é formada em Engenharia de Controle e Automação e iniciou a trajetória na Radix em 2016. Ela teve a oportunidade de trabalhar em projetos nacionais e internacionais de instalação de PI System, adequação de sistema de automação, supervisão e controle de plantas industriais, como o projeto de automação do Aeroporto Galeão e o centro de comando de energia da Universidade de Massachusetts. Em 2020, recebeu o desafio de atuar à frente do Desenvolvimento de Negócios nos Estados Unidos nos setores de saúde, educação e TI/Telecom.

No encontro, as profissionais explicaram sobre como a pluralidade de visões e experiências impulsiona as atividades comerciais. A participação das mulheres em eventos e atividades de cunho comercial ajuda a gerar times diversos e soluções mais completas. Além disso, o livro sorteado foi “Quem tem medo do feminismo negro?”, da Djamila Ribeiro.

No dia 11, o tema da roda de conversa foi “Representatividade feminina na liderança organizacional”, com as gerentes Natália Klafke e Marcela Ximendes. Natália está na Radix desde 2010 e atualmente é gerente geral de upstream. Ela lidera uma equipe com mais de 200 pessoas e gerencia contratos globais com os principais clientes e parceiros tecnológicos da área de óleo e gás. Já Marcela, com mais de 15 anos de experiência, sendo mais de 10 anos na Radix, atua hoje como gerente geral global de Saúde e Educação, sendo responsável também por duas contas estratégicas da Radix. Marcela sempre prezou pelo relacionamento de longo prazo com os clientes, tendo iniciado a sua carreira na área comercial.

– No início da minha carreira, eu senti que eu tinha que provar o meu trabalho. Mas conseguindo me colocar e tendo confiança, fui quebrando isso. O apoio da Radix também foi muito importante, porque sentir que a empresa acredita no meu trabalho ajuda a me impulsionar – comentou Marcela durante o evento, que sorteou aos participantes o livro “Mulheres que correm com os lobos”, de Clarissa Pinkola.

O projeto Jovens Negras no Audiovisual, que foi patrocinado pela Lei de Incentivo à Cultura pela Radix em 2020, liderou o evento do dia 18. Gabriela Gonçalves, coordenadora do projeto, Debora Cristina, estudante de Cinema no Cinema Nosso e graduanda em Comunicação Visual, e Lais Muniz, formada em Roteiro e Direção pela Instituição EncontrArte Audiovisual e Cinema pelo Cinema Nosso, debateram “Representatividade e empreendedorismo feminino no mercado audiovisual”.

Em 2019, cerca de 40% dos 100 filmes de grande bilheteria do ano tiveram mulheres como protagonistas, um aumento histórico se comparado com os 31% registrados em 2018, mas a representação étnica por atrizes continuava baixa: 68% das personagens femininas eram brancas. No evento, as convidadas debateram o assunto e, depois, foi sorteado o livro “Quem tem medo do feminismo negro?”, da Djamila Ribeiro.

Fechando o mês, no dia 25 as radixianas Alice Fortuna, Julliana Guimarães e Rachel Magalhães debateram o tema “Mulheres em campo - do escritório à planta industrial”. Alice é engenheira química e entrou na Radix como estagiária, em 2016. Em 2018, ela foi contratada para o time de Engenharia de Processos e hoje atua em um grande projeto de engenharia da Radix: o Campo de Azulão, na Bacia do Amazonas. Ela passou cerca de dois meses no local para acompanhar de perto o projeto que vai produzir gás natural para a termelétrica Jaguatirica II e abastecer Roraima, único estado isolado do sistema elétrico do país e dependente da compra de energia da Venezuela.

Já Julliana se formou em engenharia química e possui uma extensa experiência, tendo trabalhado na UFRJ, Petrobrás, Wikki Brasil, DPR Engenharia e Braskem, até que em 2019 foi contratada pela Radix. No mesmo ano, ela foi convidada para participar do Festival Tekla, evento oriundo da Suécia que incentiva a entrada de mulheres nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática. Rachel, por sua vez, é engenheira de produção. Contratada pela Radix em 2013 e tendo passado por diversas áreas na empresa, ela atualmente lidera uma equipe multidisciplinar em contato e negociação com diversos clientes externos. 

Segundo o Censo da Educação Superior do Inep divulgado em 2020, apenas 37% dos formandos em cursos de graduação da área de Engenharia, Produção e Construção são mulheres, e Alice, Julliana e Raquel, como engenheiras e trabalhando em plantas industriais, puderam falar com propriedade sobre o assunto. No fim do evento, dois livros foram sorteados: “Quem tem medo do feminismo negro?”, da Djamila Ribeiro, e “Mulheres que correm com lobos”, da Clarissa Pinkola Estés. 

– Essa questão da igualdade passa por todos nós, em todas as áreas da vida. A mudança começa nas pequenas coisas do nosso dia a dia, nas nossas atitudes, nas nossas palavras, no respeito com meus colegas, meus pais, minha parceira, minha irmã... Com todos – finalizou Rachel.