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Dia Internacional da Mulher

Oportunidades e salários iguais para profissionais que têm desempenho similar é retrato da cultura empresarial da Radix

Dia da muljher

O dia 8 de março é uma data em que muitas pessoas param para discutir e refletir sobre a condição da mulher na sociedade e como ela é tratada sob o ponto de vista da cultura, da mídia, da educação, da política e tantos outros vieses. Nunca é demais lembrar que a data remete às lutas trabalhistas e políticas das mulheres e tem um sentido de estudo, troca de experiências e conscientização sobre os direitos delas, como remuneração equivalente ao cargo ocupado, independentemente do gênero, e espaço nos grupos acadêmicos, nas empresas, no empreendedorismo.  

No Dia Internacional da Mulher vale jogar luz sobre avanços rumo ao combate ao abismo que ainda existe entre homens e mulheres. Recentemente, a nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala chamou a atenção do mundo. Ela é a primeira mulher, e nascida na África, a ocupar a diretoria-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).   

A posse de Ngozi representa a voz das mulheres ocupando posições que já deveriam ter sido ocupadas antes. Ela é experiente e uma de suas marcas é a capacidade de tratar temas econômicos e comerciais complexos. Ela deu indícios de que defenderá uma maior participação das mulheres no comércio global, que vai incentivar pequenas e médias empresas e que dará mais espaço a pautas sobre tecnologia na OMC.  

A Covid-19 também expôs, talvez como nunca antes, a desigualdade de gêneros. As mulheres são as mais impactadas pela pandemia no dia a dia, seja por causa da sobrecarga nas tarefas domésticas, do auxílio aos filhos nas aulas on-line, do acúmulo de trabalho ou do desemprego.   

Não faltam estatísticas sobre o assunto. A ONU Mulheres divulgou que as mais afetadas pela pandemia são as mulheres em diferentes aspectos. Elas são maioria na linha de frente e também sofrem mais com a violência (de cunho sexual ou não) dentro de casa durante este período.  

No Brasil, a pesquisa do Gênero e Número e Sempreviva Organização Feminista mostrou que 41% das 2.641 mulheres entrevistadas passaram a trabalhar mais durante a pandemia. O isolamento também colocou em risco o sustento da casa de 40% delas.   

Já de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), mais de 8 milhões de mulheres deixaram o mercado de trabalho no terceiro trimestre de 2020 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Esse é o patamar mais baixo dos últimos 30 anos.   

Vale ressaltar que essa desigualdade já existia antes da pandemia, mas ela agravou e tornou ainda mais desafiadora uma evolução que já caminhava muito devagar. Em 2019, o Fórum Econômico Mundial alertou que a desigualdade de gênero no trabalho só acabaria em 257 anos.  

Na Radix, é defendido, acima de tudo, que sem diversidade não há diferentes ideias, soluções, produtos, serviços... Se o mundo é tão múltiplo, por que fazer um projeto com só um rosto? Além do impacto positivo para os negócios, um ambiente mais diverso se torna mais respeitoso e agradável, e isso extrapola o ambiente de trabalho.  

Respeito é um valor inegociável na Radix e dar oportunidades e salários iguais para os profissionais que têm desempenho similar independentemente de gênero, classe social, raça, etnia, orientação sexual, origem ou qualquer outra característica é uma obrigação e ao mesmo tempo algo natural para a empresa. Esse é um retrato da nossa cultura empresarial, que não oferece privilégios a nenhum grupo, mas reconhece o desempenho dos colaboradores.