MedalPatrocínios Esportivos

Talita e Larissa

Um exemplo é o patrocínio para a dupla campeã de vôlei de praia Larissa e Talita. A história da Radix com a atleta Talita Antunes é de longa data, mas, em 2015, a novidade foi a união da jogadora com a Larissa França e a postura da empresa em abraçar a dupla e torcer junto. A união das duas atletas, patrocinadas pela Radix, foi positiva e garantiu a participação delas nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Susana Schnarndorf

Eleita a melhor atleta feminina de 2013 pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), a paratleta da Radix é atualmente nadadora S5. Em 2016, logo após ter caído de categoria por conta da aceleração da doença, ela desafiou a medicina ao participar das Paralimpíadas Rio-2016. Susana nadou o revezamento 4x50m livre misto ao lado de Clodoaldo Silva, Joana Silva e Daniel Dias, conquistando a medalha de prata para o Brasil e a Radix.

Antes da doença, a Múltipla Falência dos Sistemas (MSA), Susana conquistou títulos no triatlo como o pentacampeonato brasileiro e chegou a disputar os Jogos Pan-Americanos de 1995, em Mar del Plata, na Argentina, e três edições do Iron Man, no Havaí. Em 2005, contudo, devido ao mal de parkinson, ela tornou-se nadadora paralímpica, já tendo conquistado o título de campeã e recordista brasileira de 50m livre (37s34); 100m livre (1m21s34); 400m livre (5m47s78); 100m peito (1m41s51) e 200m medley (3m20s19).

“Comecei a nadar aos 6 anos de idade, mas depois tive meu momento de paixão pelo triatlo até que voltei para a natação. Sempre fui apaixonada por treinar e não tenho ideia de quantas medalhas já ganhei, mas a mais importante foi a medalha de prata que conquistei nos Jogos Paralímpicos Rio-2016.”, confessou Susana.

Caio Amorim

Começou a nadar com cinco anos e confessa que a água sempre foi seu ambiente favorito. Depois de assistir às Paralimpíadas de Pequim (2008) é que o jovem decidiu se dedicar de vez ao paradesporto. “Na primeira vez que escutei o hino nacional no alto do pódio entendi porque vale a pena acordar de madrugada no inverno”, contou o nadador. Hoje, Caio soma mais de 200 medalhas, entre elas três ouros, duas pratas e dois bronzes pela Seleção Brasileira nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara (2011) e Toronto (2015), onde foi recordista das Américas. Em 2016, ele realizou o sonho de participar dos Jogos Paralímpicos Rio-2016.

Marcelo Collet

Iniciou sua carreira paralímpica aos 17 anos, após ser atropelado em um acidente em Salvador, BA. Antes do acidente, ele era tido como promessa do triatlo brasileiro e se preparava para o Mundial, que ocorreria na Suíça. “Sempre fui muito agitado e no esporte conseguia jogar minha energia para fora. Fui descobrindo meu talento aos poucos, pois passei por várias modalidades esportistas: basquete, capoeira, ginástica olímpica até me encontrar no atletismo, onde comecei a competir de verdade”, disse.

O acidente atingiu o nervo ciático de uma das pernas e a recuperação não foi total. Mas, o fato não destruiu a carreira do atleta. Com força e determinação, Marcelo hoje integra a seleção brasileira de natação, competindo na categoria S10. “Em 2001, conheci o paradesporto e fui para a minha primeira competição. Como conquistei bons resultados, fui convidado para integrar a seleção brasileira”, explicou. Ele é considerado um dos melhores do país na modalidade e já participou das mais importantes competições como cinco mundiais de natação, dois Parapan-Americanos (Mar Del Plata/2003 e Rio de Janeiro/2007), nos quais conquistou quatro medalhas, e duas Paralimpíadas (Atenas/2004 e Pequim/2008).

Em 2010, o paratleta atravessou o Canal da Mancha, sendo o primeiro atleta paralímpico brasileiro a realizar a travessia. Em 2013, Collet ganhou o prêmio de segundo melhor paralímpico em triatlo do mundo.

Matheus Silva

Com duas medalhas de ouro e uma de bronze, Matheus bateu o recorde no Parapan-Americano, em 2015, em Toronto, na prova dos 50m livre. O paratleta começou a nadar aos sete anos por orientação médica e foi amor à primeira vista. “Quando entrei na piscina pela primeira vez, o esporte me chamou muito atenção e, desde então, não parei mais”, contou.