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Radixiana é convidada a participar de festival de robótica que incentiva a equidade de gênero na área

Voltado para mulheres, Festival Tekla aconteceu pela primeira vez no Brasil

Festival tekla Participantes do Festival Tekla 2019, em Brasília

Em setembro, a cientista de dados da Radix, Julliana Guimarães, foi convidada para participar do Festival Tekla, que incentiva a entrada de mulheres nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática. Oriundo da Suécia, este ano o evento aconteceu em Brasília, por meio de uma parceria entre a Embaixada da Suécia no Brasil e o Instituto Real de Tecnologia, uma das universidades técnicas líderes da Europa.

Julliana participou do Workshop Tekla, que propunha o desenvolvimento de robôs dançantes. Com materiais simples, como fitas adesivas e canudos, as participantes do workshop construíram seus robôs. Depois, com o auxílio de um programa de computador aprenderam a criar os movimentos e fizeram as criações dançarem.

– O Tekla é inspirador! Foi uma experiência incrível, muito enriquecedora e transformadora, porque eu nunca havia mexido com robótica e, apesar de ser mestre e engenheira química, não sabia que eu era capaz! Foi muito legal também conhecer e trocar experiências com as meninas de um projeto chamado "meninas.comp", formado por alunas de escolas públicas, e com jovens cientistas de referência – diz Julliana, que também é alumni do Instituto Real de Tecnologia na área de engenharia e sempre trabalhou com P&D e tecnologia.

Segundo as Nações Unidas, as mulheres representam apenas 35% de estudantes matriculadas na Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Dados do CNPq mostram ainda que, no Brasil, a desigualdade de gênero cresce nos níveis mais elevados das carreiras científicas. Diante disso, o Festival Tekla busca modificar essa realidade.