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A conexão entre equipamentos, processos e pessoas abriu espaço para uma indústria mais colaborativa. A Internet das Coisas aponta mudanças profundas para o setor de óleo e gás.

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Matéria publicada na edição deste mês da Petro&Química aborda como as novas tecnologias estão transformando principalmente o setor de óleo e gás. De acordo com estudos do BCG, o desenvolvimento da estrutura, digitalização e processos das plantas podem causar uma redução de até 20% nos custos totais de produção. Durante um período de dez anos, os investimentos acumulados de uma empresa para capturar esses benefícios serão de 13% a 19% da receita de um ano.

Nesse novo modelo, a disrupção não é impulsionada por um desenvolvimento tecnológico específico, mas pela maneira como a tecnologia é usada. “Tecnologias digitais, como simulação e monitoramento em tempo real, sempre foram muito exploradas pela indústria de petróleo e gás. Mas, nos últimos anos, houve uma evolução de conceitos como colaboração e desenvolvimento de aplicativos, que ocorreu com muito mais força em outros setores”, explica o CEO da Radix, Luiz Eduardo Rubião.

A Radix é uma das integrantes do The Open Process Automation Forum, uma iniciativa que reúne 109 petroleiras, indústrias químicas e fornecedores de equipamentos e sistemas em torno da próxima geração do controle de processo.

O que tem chamado a atenção é o novo paradigma em termos de arquitetura e maneira de resolver problemas. A questão não se resume a troca de informações entre um equipamento e um software, mas quanto as informações das duas pontas podem ajudar toda a empresa. A integração da operação, corporativo e laboratórios – e até fornecedores e clientes – independente dor formato ou estruturação das informações, muda significativamente a tomada de decisões, a tolerância a produtos fora de especificação e falha de equipamentos, e reduz o tempo de desenvolvimento de novos produtos e soluções.

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A indústria do petróleo e gás ainda está aprendendo com as primeiras experiências. Técnicos, executivos e acionistas esperam que esses resultados se materializem. De preferência antes da próxima onda disruptiva. “Por mais que haja dúvidas sobre como a coisa vai acontecer, na verdade é um processo irreversível. E o que temos que fazer é a coisa da melhor maneira possível”, finaliza Rubião.

Confira a matéria na íntegra: