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Química Verde abre novas oportunidades para a Indústria

Radix participa de evento promovido pela Unido e Senai.

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Cada vez mais cresce a preocupação com resíduos gerados a partir do uso de diversos produtos. Empresas de diferentes segmentos estão mais conscientes de que é preciso investir no ciclo total de produtos e pensar em sistemas integrados com impacto positivo para a sociedade. Pioneiros no assunto, Unido (United Nations Industrial Development Organization) e Senai realizaram na última segunda-feira, 13, um evento que contou com a presença de empresários, meio acadêmico e diretores de centros de produção mais limpa de países como Alemanha, Brasil, Sérvia, Egito, África do Sul, Sri Lanka, Colômbia e Peru.

Segundo Petra Schwager, coordenadora do projeto global de química verde, pela Unido, nas últimas reuniões da ONU (Organização das Nações Unidas), a maior parte dos membros concordaram com maior investimento para o crescimento da Química Verde em diversos países, inclusive no Brasil. Mas, para ela, ainda é preciso mudar o paradigma de líderes para conseguir um resultado positivo desde o início. “Trabalhamos muito na redução de prejuízos já gerados, quando, precisamos investir na mudança de paradigma para que possamos fazer a coisa certa desde o início. A liderança de cada país precisa ter isso em mente para investir de forma correta em ações que não geram prejuízos e, sim, aproveite o ciclo total de cada produto”.

Como parte de uma iniciativa mundial, o projeto de utilização da Química Verde envolve principalmente engenheiros químicos, químicos e pesquisadores no assunto. A Radix já utiliza esse conceito em diversos de seus projetos, pois busca atender seus clientes com o pensamento em otimização de processos por meio de ações que reduzem o desperdício e diminuem os riscos para a saúde humana, melhoram o desenvolvimento econômico e ambiental, além de ampliar o acesso a novos mercados.

A empresa une os conhecimentos em tecnologias como IoT, cybersecurity, big data, analytics, com os conceitos de chemical leasing ou Química Verde e sua expertise em engenharia para gerar soluções personalizadas para clientes mundiais de distintos setores da economia, como óleo e gás, hospitalar, químico, de entretenimento, metais e mineração, agroindústria, entre outros.

Durante o evento, os representantes dos países presentes revelaram que já existem iniciativas para incluir o assunto no currículo de universidades públicas e privadas.

Abertura do evento de Química Verde. 

Representantes dos países Alemanha, Brasil, Sérvia, Egito, África do Sul, Sri Lanka, Colômbia e Peru apresentam iniciativas na área.