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Pelo sexto ano consecutivo a Radix irá participar da OTC (Offshore Technology Conference) Houston, maior evento offshore do mundo, que ocorre entre os dias 2 e 5 de maio, em Houston, EUA. Realizado desde 1969, o evento reúne empresas de mais de 120 países e cerca de 90 mil profissionais. Mais uma vez, a empresa marca presença no evento com dois estandes, um no pavilhão Brasil e outro no NRG Arena, pavilhão americano.
Os espaços funcionarão de forma integrada, assim, quem passar no espaço destinado às empresas nacionais, será apresentado à Radix e convidado a conhecer mais da Radix US, no pavilhão americano, e vice-versa. O CEO da Radix, Luiz Eduardo Rubião, e o Vice-Presidente, João Carlos Chachamovitz, irão representar a Radix no pavilhão brasileiro. Já o pavilhão americano terá pela segunda vez a presença da Radix US com estande próprio.
“Nosso portfólio diversificado e a amplitude do nosso framework são um dos diferenciais da Radix. Afinal, combinar engenharia com software não é muito comum no mercado americano. As empresas americanas geralmente são especializadas em engenharia ou software, o nosso diferencial é reunir os dois e ainda agregar com nossa expertise em automação, o que torna nossa solução única”, explica Chachamovitz, vice-presidente da Radix.
Para Luiz Eduardo Rubião, a participação expressiva da Radix no evento representa o amadurecimento do escritório de Houston. “Desde a última OTC, evoluímos em termos de contratos importantes com grandes empresas de Óleo e Gás, aumentamos nosso efetivo de profissionais e passamos a contar com um espaço físico maior, estabelecendo de fato a Radix US no país. Mantemos nosso nível de excelência na realização de projetos e estamos colhendo os frutos com grandes clientes”, afirma o CEO.
Na área offshore, a Radix oferece soluções em engenharia, gestão de ​informação,​ controle​ de processos​ e desenvolvimento de software. Visite os estandes da Radix no pavilhão Brasil, número 1117, estande 7 e no americano, NRG Arena, estande número 9253.

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É rotina na Radix a visita de estudantes de graduação das principais universidades do país, principalmente as cariocas pela proximidade com a sede da empresa no Rio de Janeiro. Esta semana, foi a vez dos calouros do curso de Engenharia de Controle e Automação da UFRJ, que trouxeram dúvidas sobre a aplicação na prática do que eles aprendem em sala de aula, em quais projetos os engenheiros de controle e automação podem atuar dentro de uma empresa e as principais qualificações para o mercado de engenharia.

O CEO da Radix, Luiz Eduardo Rubião, fez questão de receber os alunos e apresentar pessoalmente a empresa, que desde a sua fundação investe no desenvolvimento humano e tecnológico no país. A ideia da visita surgiu do professor Mauricio Bezerra de Souza Junior, que orienta projetos desde a fundação do curso, em 2004. “A visita  foi fundamental para os alunos, que tiveram a oportunidade de interagir com profissionais da sua área e de ser apresentados aos projetos de controle e automação, podendo, assim, visualizar-se como futuros engenheiros. Conhecer uma empresa como a Radix, brasileira, vibrante e com projetos de alto nível tecnológico, com certeza, é também fonte de inspiração para que os calouros possam se dedicar ainda com mais afinco ao longo do curso”, contou o professor.

Sobre o professor Maurício Bezerra de Souza Júnior:
Professor titular da UFRJ e, desde 2008, integrante do Conselho do Curso de Engenharia de Controle e Automação. Em 2015, foi eleito coordenador do curso. Ministra as disciplinas “Introdução à Engenharia de Controle e Automação” para os alunos calouros e “Controle e Instrumentação de Processos”. Desde a criação do curso de Engenharia de Controle e Automação, ele orienta projetos de graduação.

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O mês de abril tem sido de grandes vitórias para a Radix. Na piscina, os paratletas deram um show no Open Internacional Caixa Loterias de Natação, evento-teste para as paralimpíadas. Caio Amorim conquistou a medalha de ouro nos 400 m livre, classe S8, e a prata nos 100 m livre.

Já a Susana Schnarndorf, que disputava na categoria S6, foi reclassificada para a S5 e levou o bronze nos 100 m livre, com tempo de 1m2s33. Outra novidade da atleta é a participação no filme Paratodos, do diretor Marcelo Mesquita. Com estreia nos cinemas prevista para junho, o longa mergulha no cotidiano de alguns dos atletas paralímpicos brasileiros com o intuito de investigar os bastidores do esporte e discutir a inclusão na sociedade da pessoa com deficiência. Mas, Susana não parou por aí. Ela também grava o filme 1000 dias, que retrata os 1000 dias dela até as paralimpíadas, no Rio de Janeiro, mostrando inclusive a luta contra a evolução de uma doença degenerativa incurável.

No triathlon, Marcelo Collet disputou o ITU World Paratriathlon, campeonato mundial de paratriathlon, na Austrália e conquistou o 12º lugar, com o tempo de 1:07:08. O resultado garantiu pontos importantíssimos no ranking mundial e também nas paralimpíadas. No início do mês, o paratleta foi convidado para participar da matéria da TV Bahia, afiliada da Rede Globo, em que Marcelo Collet visitou um rodoviário que havia sofrido acidente e precisou amputar a perna.